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Empresas incubadas no IPN têm fixado quadros em Coimbra
 
Em 10 anos, as empresas incubadas no Instituto Pedro Nunes (IPN) têm conseguido reter em Coimbra cerca de 5% dos licenciados saídos da Universidade de Coimbra, ultrapassando mesmo metade dos jovens formados para o mercado de trabalho em alguns sectores e, inclusivamente, indo buscar quadros a outros pontos do país.
Os dados são revelados pela directora do IPN no programa “Dois dedos de conversa”, realizado na Góis Joalheiro e a transmitir hoje, entre as 12h00 e as 13h00, na Rádio Regional do Centro (96.2 FM). Segundo Teresa Mendes, mais de uma centena de empresas já incubadas conseguiram criar, até agora, 1.000 postos de trabalho muito qualificados em termos de emprego directo.
A responsável pelo IPN afirma que o Instituto «tem ligado o mundo empresarial ao académico, contribuído para a aplicação prática da investigação científica e para a revitalização do tecido económico de Coimbra e da região», reconhecendo que esta mensagem não tem passado para a sociedade, porque a instituição «tem apostado mais no trabalho do que no show-off».
Teresa Mendes recorda que o Instituto Pedro Nunes, como centro de desenvolvimento e transferência de tecnologia e de incubação de ideias e empresas, foi uma iniciativa precursora no final da década de 90, incluída no plano do Pólo II, sustentando que «isto demonstra que a Universidade de Coimbra, tantas vezes acusada de estar fechada em si própria, abriu-se à comunidade».
«Custa-me ouvir dizer que a nossa Universidade está atrasada, quando foi pioneira nesta área, com o IPN a ser criado ao mesmo tempo que um instituto semelhante em Cambridge (Inglaterra), uma das maiores e mais prestigiadas universidades do mundo», refere.
Como “cartão de visita”, o IPN pode apresentar várias empresas de base tecnológica e inovadoras que são já uma referência, como a Critical Software e a Criostaminal, com Teresa Mendes a destacar que o segundo edifício da incubadora, inaugurado há um ano, já se encontra com a capacidade completa. «São mais 37 novas empresas que se encontram a arrancar, com 250 pessoas a trabalhar, 90 por cento das quais com formação acima do bacharelato», acentua.
O Instituto Pedro Nunes, instituição de direito privado, sem fins lucrativos, é uma associação que envolve 34 entidades, para o desenvolvimento de actividades de incubação de ideias e empresas, investigação e desenvolvimento tecnológico, possuindo seis laboratórios que trabalham em consórcio com a indústria.
Na incubadora, que recebe semanalmente quatro a cinco propostas para serem desenvolvidas e são submetidas aos critérios do processo de selecção, as empresas dispõem de acesso facilitado ao sistema científico e tecnológico nacional e de um ambiente que proporciona o alargar de conhecimentos em matérias como a gestão, estratégia, finanças, fiscalidade, marketing, qualidade, etc., bem como o contacto com mercados nacionais e internacionais.
Realizado semanalmente nas instalações da Góis Joalheiro, na Solum, em Coimbra, o programa “Dois dedos de conversa” está disponível para ser ouvido via Internet em www.radioregionalcentro.com e também é transmitido, com som e imagem, em www.tvcoimbra.eu

Fonte: http://www.diariocoimbra.pt/19690.htm
 
Inserido em 03-11-2008
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