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IPN estabelece parceria com a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
 
Ideias novas podem dar bons negócios em saúde: os hospitais, centros de saúde e clínicas não são as únicas saídas profissionais para os jovens licenciados das escolas de enfermagem. Em época de crise e com o desemprego a aumentar, a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC) está apostada em mostrar aos seus alunos que a criação da própria empresa pode ser um caminho e, para tal, assinou ontem, na abertura do 2.o Fórum de Empreendedorismo, um protocolo com a IPN Incubadora, unidade do Instituto Pedro Nunes (IPN).
No âmbito desta parceria, a IPN Incubadora propõe-se analisar a viabilidade de ideias e de projectos da comunidade académica da ESEnfC. Na sessão, Maria da Conceição Bento, presidente da escola, realçou que «é possível cidadãos e cidadãs licenciados criar uma ideia, transformá-la em valor, criando empresas e emprego na área da saúde». A professora reconhece que a saúde não tem tido grande expressão no empreendedorismo, embora considere que existem sectores, nomeadamente ligados ao envelhecimento, que estão a necessitar de «novas soluções, que podem passar pela criação de empresas».
«Queremos formar estudantes que se diferenciem pelo conhecimento, competência e capacidade de serem competitivos», frisou Maria da Conceição Bento, realçando as «experiências de sucesso» levadas ao Fórum, como a Crioestaminal, a T-Care, que se dedica à telemomonitorização de sinais de saúde a pessoas com necessidades especiais, ou o caso de empreendedorismo social colocado no terreno em Timor por agentes portugueses. A ideia foi mostrar que «ideias novas» podem transformar-se em negócios vencedores.
De acordo com Pedro Parreira, coordenador do programa Poliempreende na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, «devemos motivar a procura activa de soluções e incentivar alguns caminhos». Teresa Mendes, directora do IPN, esclareceu que o principal depende de quem quer avançar com o negócio, que, antes de mais deve apresentar uma «atitude» empreendedora. «Tem de partir de vós. Nós ajudamos um bocadinho», adiantou a responsável, recordando que o instituto está no terreno a apoiar a criação de novas empresas há 12 anos. «Temos empresas que venceram o medo normal. Hoje, muitas dão cartas a nível internacional», concluiu.

Fonte: Diário de Coimbra
 
Inserido em 28-04-2009
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