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Critical cria fundo de capital de risco para empreendedores
 
A Critical Software vai lançar até ao final do ano um fundo de capital de risco corporativo, com 10 milhões de euros, para a criação de novos projectos de investigação e desenvolvimento tecnológico. Através do Critical Ventures, os empreendedores têm oportunidade de lançar a sua empresa e num prazo entre três a cinco anos provar que possuem uma estratégia com capacidade para vingar no mercado, adiantou Gonçalo Quadros, durante uma mesa-redonda do 20.º aniversário da revista “Robótica”.

De acordo com o CEO da Critical Software, trata-se de uma ideia que surgiu «naturalmente», uma vez que existem «continuamente, um conjunto de projectos que são candidatos a spin-offs» e «uma enormíssima capacidade de talento que precisa de ter um contexto certo para se colocar ao serviço do modelo de desenvolvimento económico». Daí também a opção por criar «uma estrutura de forma independente e dar-lhe condições para vingar», explicou Gonçalo Quadros.

Aqui, o objectivo é «aliar a experiência técnica» da Critical Software «à capacidade dos parceiros financeiros deste fundo corporativo», continuou o empresário, realçando que os potenciais investidores no fundo terão «sempre direito de preferência em fases mais adiantadas» dos projectos, com a ligação a prolongar-se para além da fundação.

Gonçalo Quadros acredita que a Critical Ventures será uma forma «de multiplicar no mercado ideias e jovens empreendedores», que, sem um “empurrão” inicial teriam dificuldades em passar à prática. O objectivo, frisou, é «massificar» os projectos de investigação e desenvolvimento tecnológico, de modo a que, em breve, já não seja possível referenciar casos como o da Critical Software ou da ISA. Em Portugal, os mecanismos de financiamento estão disponíveis, mas a «capacidade é limitada», nomeadamente para este tipo de iniciativas, especialmente na fase embrionária, lamentou. A explicação, acredita, poderá estar no facto de «os investidores serem muito pouco especializados, não terem uma cultura muito empreendedora», daí que prefiram as «áreas mais tradicionais».

Fonte: Diário de Coimbra
 
Inserido em 14-11-2009
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