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Grupo Critical apoia «start-ups» com fundo corporativo de 10 M€
 
O grupo Critical anunciou hoje que vai criar um fundo de capital de risco no valor de dez milhões de euros destinado a apoiar o lançamento de empresas de base tecnológica, denominadas “start-ups”.

Designado “Critical Ventures I”, o fundo entrará em funcionamento até ao final de Março e incluirá capital do próprio grupo e de investidores financeiros nacionais e internacionais, referiu Rui Melo Biscaia, director do departamento de marketing.

“Dos dez milhões de euros, já angariámos metade”, acrescentou o responsável, sublinhando que a ideia do fundo é “servir como alavanca, empurrão, para aquele período [antes da constituição da empresa] em que não existam mecanismos de apoio às ideias de negócio”.

O Critical Ventures assumirá a forma de um fundo de capital corporativo e destina-se a investir em operações em “early-stage” (fase inicial), ou seja, constituir-se-á como “seed capital” (financiamento para criação) para apoiar empresas em fase de instalação ou cuja operação tenha sido iniciada muito recentemente e cujo volume de vendas seja ainda pequeno.

Servirá também para financiar o amadurecimento de soluções tecnológicas de elevado potencial e, ocasionalmente, poderá investir em operações de “Late Venture”, isto é, em empresas e produtos com muito maior maturidade, por exemplo quando pretenderem lançar novo projectos/produtos ou abraçar novos mercados

Oportunidade para novos talentos

Gonçalo Quadros, administrador da Critical SGPS (holding que agrupa as participações nas empresas do Grupo Critical) justifica a criação do fundo com o facto de “o mercado português, e mesmo europeu, de capital de risco na área do ‘early-stage’ ser limitadíssimo”.

O administrador considera que esse facto condiciona muito a agilidade e flexibilidade necessárias para se tirar partido, com eficácia, do potencial de novas soluções tecnológicas que o país é capaz de produzir. “Existe um enormíssimo talento que precisa de ter um contexto adequado para se colocar ao serviço do modelo de desenvolvimento económico que queremos para Portugal. São esses talentos e as ideias dos jovens empreendedores, desde logo os que temos dentro da Critical, que queremos fomentar e apoiar”, adiantou.

Diamantino Costa, administrador da Critical Ventures, salienta que o fundo visa “permitir que novos talentos tenham oportunidade de lançar novas empresas e, num prazo entre três a cinco anos, provem que possuem o que é necessário para vingar no mercado”.

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=37890&op=all
 
Inserido em 12-12-2009
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