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Coimbra vai ter “aceleradora de empresas”
 
O Instituto Pedro Nunes obteve a aprovação de um financiamento comunitário de três milhões de euros para construir uma nova estrutura quatro vezes maior do que a incubadora existente.


Em reconhecimento pelo trabalho realizado no apoio à criação de empresas de base tecnológica, o Instituto Pedro Nunes (IPN) viu aprovada uma candidatura à construção de uma nova estrutura que funcionará como “aceleradora de empresas”. Será vocacionada para empresas com quatro ou mais anos de existência no mercado e interessadas em avançar para a internacionalização ou introdução de novos produtos.
A revelação foi feita ontem por Teresa Mendes, presidente do IPN, à margem de uma sessão de formação para Pequenas e Médias Empresas (PME). A responsável explicou que o novo edifício está orçado em seis milhões de euros, financiado em 50 por cento por verbas comunitárias, ao abrigo de uma candidatura apresentada pela Universidade de Coimbra (UC) à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDRC), através do plano estratégico plurianual. O protocolo será assinado na próxima semana. Segue-se a entrega na Câmara Municipal do plano de viabilidade da construção, junto à actual incubadora, nos terrenos do Pólo II da UC. Serão cerca de oito mil metros quadrados de área, o que vai quadruplicar o espaço actualmente disponível para que as empresas se possam instalar.


Reforço de capital e crédito bancário


De forma a honrar a sua quota-parte de investimento (três milhões de euros), o IPN está a delinear um plano de reforço de capital entre os parceiros envolvidos e prevê ainda recorrer ao crédito bancário.
Teresa Mendes está confiante que adjudicará a obra ainda este ano, de forma a que a inauguração tenha lugar no segundo semestre de 2012.
Com 40 empresas actualmente sedeadas na incubadora do IPN – e outras tantas em incubação virtual – a chamada “aceleradora de empresas” poderá duplicar este número, tanto mais que, mesmo ainda em fase embrionária, cerca de uma dúzia de unidades empresariais já mostraram interesse em aderir ao projecto.


Números da “aceleradora”:
2 anos para concretizar o projecto;
4 anos é a idade mínima para as empresas se candidatarem;
6 milhões de euros de investimento previsto,
8 mil metros quadrados de área para instalação de empresas.


Fonte: Diário das Beiras
 
Inserido em 08-02-2010
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