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FORMAÇÃO AOS EMPRESÁRIOS ATRAVÉS DA AEP APONTADA COMO EXEMPLO
 
Dois formandos que participaram na Iniciativa Formação para Empresários (IFE) através da AEP foram contar as suas experiências à Bolsa de Empreendedorismo que assinalou o Dia da Europa. As suas histórias mostram como a formação pode fazer a diferença entre deixar morrer uma boa ideia ou transformá-la num negócio competitivo.

O POPH assinalou o Dia da Europa, a 9 de Maio, com uma Bolsa de Empreendedorismo que decorreu no Pátio da Galé, em Lisboa, e incluiu workshops e, entre outras iniciativas, uma sessão plenária em que foram deixados exemplos de estímulo aos potenciais empresários para que melhorem as suas competências aos mais variados níveis.
Esses exemplos foram explicados na primeira pessoa por dois empreendedores que, tendo já grande conhecimento específico sobre a sua área de atividade, decidiram recorrer à IFE como forma de melhorar as suas aptidões relacionadas com gestão e, dessa forma, impulsionar o avanço do seu negócio e da sua empresa.
O historiador Alexandre Pinto e a estilista Micaela Larisch deixaram ali os seus testemunhos acerca da experiência enquanto beneficiários dos apoios do POPH à sua formação específica, canalizados através da AEP, em parceria com o IPN e o IDIT.
Alexandre Pinto é CEO da iClio, um projeto empresarial de Coimbra dedicado à conceção e edição de conteúdos nas áreas da história, património e cultura para autoguias de turismo disponíveis para equipamentos de telecomunicações móveis (como iPhone e iPad ou plataformas Android), que recebeu uma menção honrosa no 1º concurso de ideias e negócios do Clube de Empresários de Coimbra; Micaela Larisch gere uma empresa com o seu nome, em Matosinhos, que se dedica ao design e confeção de vestuário para dançarinos e bailarinos.
Ambos fizeram um balanço “extremamente positivo” do processo de formação facilitado pela AEP, dando conta das vantagens conseguidas e que se traduzem em melhoria e competitividade dos respetivos negócios.
Micaela Larisch admitiu que, antes de participar na IFE, lhe faltavam algumas bases em termos de gestão. Entrar no programa permitiu-lhe ganhar “imensa segurança”, com reflexos no relacionamento comercial com os vários mercados, incluindo estrangeiros. Vinca mesmo que a IFE “fez toda a diferença” para uma nova competitividade da empresa, já que lhe deu acesso a formação que sabia necessitar e a outra de cuja falta não tinha consciência.
A empresária conseguiu melhorias a nível de processos de gestão e contabilidade, recursos humanos, gestão de tempo e coaching e até na própria formação dos colaboradores, alcançando melhores performances no tocante à mudança generalizada, incluindo a relação com fornecedores e clientes.
Por seu lado, a experiência que o jovem diretor executivo da iClio, Alexandre Pinto, descreveu no Dia da Europa foi, igualmente, demonstrativa dos pequenos passos com que a formação consegue levar a grandes mudanças numa empresa.
Doutorando na Universidade de Coimbra, o historiador-empresário confessou que a participação na IFE estabeleceu a diferença entre duas épocas - antes desse programa e depois desse programa – pois o grande conhecimento de história, cultura e software não era acompanhado na iClio pelo know-how de gestão e negócios.
A empresa, incubada no Instituto Pedro Nunes, aprendeu com este programa a “arte” de transformar conhecimento em negócio, tendo acelerado a partir daí os métodos de desenvolvimento dos produtos para conquistar mercados externos, nomeadamente. E Alexandre Pinto viu abrir-se-lhe ”um universo de competências absolutamente fundamentais a qualquer diretor executivo de micro, médias ou grandes empresas”.

http://pme.aeportugal.pt/Inicio.asp?Pagina=/Aplicacoes/Noticias/Noticia&Codigo=357
 
Inserido em 13-06-2012
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